Profissionais de saúde

O escritório representa pacientes e defende profissionais de saúde. Quem conhece os dois lados lê o caso com mais precisão.

Esta página é para quem exerce a medicina, a odontologia, a veterinária e as demais profissões da saúde: o que o escritório faz por você, os artigos organizados pela sua especialidade e um guia do que a lei e os conselhos exigem de quem prescreve.

Atuação

O que o escritório faz por quem exerce

Representar pacientes é o que torna a defesa de um profissional mais precisa: a equipe do escritório sabe onde uma ação de erro é forte, onde ela é frágil e o que a perícia vai procurar no prontuário. O mesmo vale no sentido inverso. Cada frente abaixo é tratada com a mesma regra do escritório, que é dizer desde o início o que o caso comporta, inclusive quando a conclusão é desfavorável.

Defesa em ação de responsabilidade
Ação de indenização por erro médico, odontológico, veterinário ou em procedimento estético: análise do prontuário, da técnica empregada e do nexo causal, e a defesa que o caso comporta.
Sindicância e processo ético-profissional
Representação perante o CRM, o CRO, o CRMV e os demais conselhos, da sindicância ao processo ético-profissional e aos recursos.
Documentação clínica e consentimento
Relatório, prontuário, termo de consentimento e registro fotográfico: o que cada documento prova, e o que a Justiça e o NatJus cobram de quem assina.
Publicidade médica e redes sociais
O que a Resolução CFM 2.336/2023 e as normas dos demais conselhos permitem e vedam em perfis, anúncios, depoimentos e imagens de antes e depois.
Contratos, credenciamento e glosas
Contrato com o paciente e com a clínica, sociedade entre profissionais, credenciamento e reajuste junto às operadoras, glosa e atraso de pagamento na Lei 13.003/2014.
Residência e carreira
Bolsa, auxílio-moradia, carga horária e direitos do residente; vínculo, remuneração e exercício profissional.
Por especialidade

Encontre pela sua especialidade

Cada página reúne os artigos do site sobre uma especialidade, no mesmo registro para quem exerce e para quem é atendido. Os números indicam quantos textos existem hoje; o acervo cresce todos os dias.

Especialidades médicas
Odontologia, medicina veterinária e outras profissões da saúde
Guia da prescrição

Os documentos que decidem processos

O que decide uma ação de acesso à saúde raramente é a petição. É o documento assinado por quem prescreve. Ao julgar a ADI 7265, o Supremo Tribunal Federal fixou os parâmetros que orientam os pedidos de cobertura fora do rol da ANS, e o Superior Tribunal de Justiça os aplicou no Tema Repetitivo 1.316: prescrição por médico assistente habilitado, ausência de alternativa terapêutica adequada no rol e registro do produto na Anvisa, aferidos pelo juiz em consulta prévia ao NatJus. O relatório deixou de ser a palavra final e passou a ser a peça que precisa convencer um segundo leitor técnico.

O guia reúne, em oito partes, o que a lei e os conselhos exigem de quem prescreve: receita, relatório e prontuário, prescrição fora da bula, internação psiquiátrica, documentos com efeito no cartório e no INSS, consentimento e o que a perícia examina. Cada parte leva aos artigos do site que aprofundam o tema. Leitura livre, sem cadastro.

“Não podendo fundamentar sua decisão apenas em prescrição, relatório ou laudo médico apresentado pela parte.”

STJ, Tema Repetitivo 1.316, aplicando os parâmetros da ADI 7265

Ler o guia da prescrição →
A honestidade de sempre

Os dois lados, sem que um comprometa o outro

O escritório diz ao profissional quando a conduta não se sustenta e diz ao paciente quando não há direito. Antes de aceitar qualquer caso, a equipe verifica se existe conflito de interesses com clientes atuais ou anteriores. É isso que permite atuar pelos dois lados com a mesma seriedade.

Quer discutir um caso, um documento ou uma notificação que você recebeu?

O primeiro contato é por mensagem, e serve para entender a situação. Conheça o guia da prescrição ou fale diretamente com o escritório.

Ramon Martins Andrade (OAB/RJ 188.374) é advogado formado pela UFRJ em 2011, com mestrados pela Université Sorbonne Nouvelle e pela EGN (Marinha do Brasil). Atualmente pesquisador em Direitos Humanos e Saúde pela ENSP/Fiocruz.