Profissionais de saúde · Neurocirurgia
Na neurocirurgia, o resultado ruim nem sempre é erro, e a demora quase sempre tem um responsável.
Esta página reúne o que o escritório publicou sobre neurocirurgia: a cirurgia de coluna que não tirou a dor, a síndrome da cauda equina reconhecida tarde, o material de coluna e a marca exigida pelo cirurgião, a válvula de hidrocefalia que falhou, o aneurisma rompido à espera de vaga no SUS e a morte encefálica sem doação.
Os textos abaixo tratam da indicação e do consentimento, das regras do CFM e da ANS e da jurisprudência do STJ, e de como se divide a responsabilidade entre cirurgião, hospital, fabricante, operadora e Estado.
Textos desta especialidade
A lista reúne os artigos do site sobre a especialidade, em ordem alfabética, e se atualiza a cada publicação.
Textos desta especialidade · 7
A cirurgia de coluna não tirou a dor: quando o mau resultado é erro, e quando é o limite da operaçãoA válvula da hidrocefalia falhou: defeito do produto, risco esperado ou demora em perceber?Aneurisma rompido e nenhuma vaga de neurocirurgia: quando a espera na regulação do SUS vira responsabilidade do EstadoMarcapasso cerebral no Parkinson negado pelo plano: o que a diretriz da ANS exige?Morte encefálica sem doação: a família pode exigir que os aparelhos continuem ligados?Síndrome da cauda equina reconhecida tarde: quem responde pelas horas perdidasSó aquele parafuso serve? O que o cirurgião de coluna pode exigir do plano, e o que o CFM lhe proíbe
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