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Erro de fonoaudiólogo: o que o conselho apura, o que o juiz exige e o que o prontuário prova
O Código de Ética da Fonoaudiologia veda prometer cura; o profissional responde por culpa. Conselho, Judiciário, laudo e perícia, cada um no seu papel.
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Disfagia depois do AVC ou da intubação: o plano cobre a fonoterapia no hospital e em casa?
Internado, a fonoterapia não tem teto; fora do hospital, o limite de sessões foi revogado em 2022. O que muda em casa e o que o NICE orienta.
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Implante coclear: o que a ANS exige para a cirurgia e quem paga a troca do processador
A diretriz nº 33 da ANS define quem tem direito ao implante coclear; manutenção e troca do processador entram na cobertura. O AASI fica com o SUS.
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Prazo do laudo, segunda opinião e guarda de blocos: o que Reino Unido, EUA e Europa exigem
Reino Unido, EUA, Europa e Brasil tratam de modos diferentes o prazo do laudo, a revisão, a guarda de blocos e quem responde. O que vale aqui.
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O patologista que nunca viu o paciente responde pelo laudo? O que a perícia vai examinar
O exame do patologista é o do material. Culpa, requisição, achado crítico, retificação e perícia: o que sustenta ou compromete um laudo.
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A família pode pedir necropsia ao hospital? Quem autoriza, quem faz e o que o laudo prova
Necropsia clínica, SVO e IML seguem regras diferentes de autorização. Quem decide, quem examina e o que a família pode obter e provar depois.
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O plano pode negar a imuno-histoquímica que o patologista pediu para fechar o diagnóstico?
Imuno-histoquímica e FISH que fecham o diagnóstico estão no Rol sem diretriz de utilização. Quem pede, o que o laudo diz e os prazos da ANS.
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O laudo da minha biópsia era de outra pessoa: como a troca se prova e quem responde por ela
A troca de biópsias faz duas vítimas. O que as normas exigem na identificação da amostra, como a troca se prova e o que o patologista deve fazer.
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Laudo pela lâmina digital, com apoio de algoritmo: a responsabilidade continua sendo minha?
Telepatologia, lâmina digitalizada e IA no laudo: o que o CFM exige de quem assina e como a FDA e a União Europeia tratam o mesmo problema.
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O laudo da biópsia deu benigno e, um ano depois, veio o câncer. O patologista errou?
Laudo benigno seguido de câncer pode ser erro de leitura, limite da amostra ou falha na requisição. Como a revisão das lâminas separa as hipóteses.
