Nem toda insatisfação com um procedimento é erro. E nem todo erro gera dever de reparar.
Procedimentos estéticos como preenchimentos, harmonização facial, lipoaspiração, próteses de silicone e tratamentos a laser tornaram-se cada vez mais comuns no Brasil. Junto com essa popularização, cresceu também o número de complicações decorrentes de falhas técnicas, uso de produtos inadequados, ausência de informação prévia sobre riscos ou execução por profissionais sem a qualificação necessária.
Quando buscar orientação
Se você teve necrose, assimetria severa, infecção, deslocamento de prótese, queimaduras por laser ou qualquer outra complicação que não foi informada como risco possível antes do procedimento, é recomendável entender se houve falha no dever de informação ou na execução técnica.
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Como o escritório pode ajudar
Analisamos prontuários, termos de consentimento, laudos médicos e a comunicação entre paciente e profissional para verificar se houve violação do dever de cuidado ou de informação, orientando sobre as medidas jurídicas cabíveis: sempre com base nas particularidades de cada situação.
Artigos sobre erro em procedimentos estéticos
Guia completoErro em procedimentos estéticos: quando há — e quando não há — direito à reparaçãoResultado ruim e erro são coisas diferentes. A análise começa por separá-las.
Envie o que tiver: prontuário, termo de consentimento, fotos de antes e depois, conversas com a clínica. A equipe do escritório verifica se há viabilidade jurídica e contra quem a pretensão deve ser dirigida.
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